É uma notícia que não saiu nos grandes jornais do Brasil. Ela começa assim:
"Jamais esperava este tipo de violência", afirmou de um hotel de luxo em São Paulo, o presidente da empresa Aracruz Celulose, Carlos Aguiar, ao jornal Zero Hora do dia 13 de março.
A Aracruz é a empresa que foi atacada por um grupo de mulheres outro dia, e a cobertura da imprensa foi aquele estardalhaço que todo mundo já viu, com direito até à famosa câmera escondida do Jornal Nacional. Mais um trecho da reportagem:
No dia 20 de janeiro deste ano, a empresa Aracruz Celulose S/A mobilizou helicópteros, bombas, armas e 120 agentes da Polícia Federal do Comando de Operações Táticas (COT), vindos de Brasília, para destruir duas aldeias e expulsar 50 pessoas dos povos Tupiniquim e Guarani de sua terra tradicional, no município de Aracruz (ES). (...) Durante a ação ilegal da Polícia Federal - condenada inclusive pela Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados -, tratores da multinacional destruíram totalmente duas aldeias Tupiniquim e Guarani. Todas as casas foram derrubadas e muitos índios não puderam retirar seus pertences de dentro delas.
O resto da notícia está no link abaixo, tirado do portal Cidadania na Internet: www.cidadania.org.br/conteudo.asp?conteudo_id=5644 Por favor, divulguem. Se a grande mídia não faz o serviço direito, façamos nós mesmos!
Postado por Lucas Costa às 22:28
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